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Tags: educação

Defendo a ampliação da rede de proteção a crianças e adolescentes no atendimento pós-escola e em creches

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  • Deixou um comentário em 06/07/2009 (há aproximadamente 1 ano) Comentario

    Inclusive, nesse caso, com disciplinas capazes de formar o cidadão, com conteúdo associado à saúde, ao meio ambiente, à economia, às artes e, por que não, e com toda a certeza, à POLÍTICA!

  • Deixou um comentário em 12/08/2009 (há aproximadamente 1 ano) Comentario

    Apóio esta idéia, principalmente nos centros urbanos, onde a criança não tem alternativas perto de sua casa para a prática de esporte, lazer e acesso à atividades culturais ou de prática da cidadania como sugeriram. A ressalva fica para a necessidade de termos educadores à cargo dessas crianças no horário extra-aula. Estes precisam seguir um projeto político e pedagógico bem definido e adequado às características da comunidade, senão o Estado gasta e nada acrescenta.

  • Deixou um comentário em 10/09/2009 (há 11 meses) Comentario

    mas existe algum projeto a respeito??? colocar por colocar é uma ótima, mas qual a base? existe alguma PL, será criada alguma PL???

  • Deixou um comentário em 01/10/2009 (há 11 meses) Comentario

    Devemos valorizar o professor com bons salários e uma política educacional inovadora.
    Enquanto as crianças e adolescentes estudam seus pais trabalham.
    Por elas estudarem em meio período no outro a criança e o adolescente, sem a presença dos pais, vão para as ruas e ficam com os ditos amigos aprendendo coisa erradas.
    Para não falar daqueles que ficam nas mãos de traficantes tornando-se usuários de drogas e fazendo escola no crime.

  • Deixou um comentário em 12/10/2009 (há 10 meses) Comentario

    Bem sou suspeita para falar já que meu filho foi assediado por uma professora em período rotineiro então imagine se teremos professores preparados para aguentar uma jornada de trabalho dobrado e pior se o poder público pagara bem esses profissionais que justificam seus comportamentos fora dos padrões psicológicos para lidar com crianças em fase de desenvolvimento escolar e que acaba, adquirindo rejeição a escola.

    As escolas deveriam ser vistas como um lugar amigável e de prazer e satisfação e não uma prisão uma obrigação algo imposto ameaçador.

    Nunca usei da força com meus 2 filhos e deu certo tentei usar da força movida e imposta pelo poder público ao meu filho na época de 6 anos hoje com 13 detesta a escola.

    A escola e assim como seus membros tem que ser vistos pelas crianças como não autoridades publicas e seus superiores mas sim como seus amigos e que farão parte de suas vidas rotineiramente ,para assim adquirirem respeito e amor.

  • Deixou um comentário em 19/11/2009 (há 9 meses) Comentario

    Acredito que é preferível retardar a entrada do adolescente no mercado de trabalho a fim de melhor prepará-lo a incluí-lo em um subemprego. Criança tem de estudar, brincar, ter infância saudável, sonhar com “o que vai ser quando crescer”. Vivemos a era do conhecimento e é preciso investir no desenvolvimento e na formação de nossas crianças, pois o trabalho infantil afasta a criança da escola. Observe que as regiões com maior taxa de trabalho infantil respondem por menores alcances no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). É um mal para a criança, a sociedade e o país a curto, médio e longo prazo.

    Sabemos que o melhor caminho é a educação integral, com o apoio das famílias, e pós-escola cheio de atividades lúdicas, de lazer e aprendizado. Para os adolescentes, o desafio é qualificar o seu ingresso no mundo do trabalho, sem comprometer o seu desenvolvimento. A Lei do Aprendiz abre esta oportunidade, ao permitir a formação técnico-profissional de jovens de 14 a 24 anos dentro dos princípios da proteção integral. Aliados na mesma visão de que ensino técnico é o que gera emprego, o governador Serra e o prefeito Kassab abriram mais de 9 mil vagas de cursos técnicos em escolas estaduais e nos CEUs (Centros Educacionais Unificados) da capital.

    Também é preciso abordagem integrada e articulada entre família, sociedade e Estado, buscando parcerias na efetivação dos direitos da população infanto-juvenil, na construção de uma agenda comum de proteção e combate a qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. Para uma vida cidadã, protegida, sem trabalho infantil.

  • Deixou um comentário em 22/12/2009 (há 8 meses) Comentario

    Acho razoavel a proposta de escola em tempo integral, mas da forma como vem sendo colocada pelos representantes do poder público é mais uma demagogia. Penso qué se a intenção é verdadeira, os representantes do poder público deveria chamar o professor, o pai, a mãe representantes de alunos para discutir o assunto.

  • Deixou um comentário em 24/01/2010 (há 7 meses) Comentario

    JUnto com uma política de aumento do tempo de sala de aula para alunos é preciso uma política de controle da natalidade e de inclusão digital e profissional. Exigir dos pais e mães que querem seus filhos em tempo integral nas escolas que façam controle da natalidade, que estejam estudando e se atualizando profissionalmente. Muitos enfiam os filhos na escola e ficam em casa sem fazer nada. Nem se habilitam em serem voluntários na própria escola do filho. Um estado paternalista não resolve. O que precisamos são escola com propostas pedagógicas claras (o que São Paulo não tem, mesmo sendo o mais rico), bem como, pagar dignamente um professor. Professor bem pago é aluno que aprende.

  • Deixou um comentário em 09/03/2010 (há 5 meses) Comentario

    Temos que considerar que a educação infantil é um direito fundamental das crianças. Em relação aos pais, há outro desafio pela frente: o desenvolvimento de políticas de apoio sócio-familiar que rompam com a cultura assistencialista.

    Este ano, está na pauta o Plano Municipal de Educação, que deverá ser discutido com a comunidade escolar. Isto implica, necessariamente, dialogar com professores, agentes de apoio, pais, alunos e outros atores da comunidade. Em breve, o Plano será divulgado regionalmente. Nesta ocasião, é importante que todos estejam atentos e participem para podermos equacionar o déficit educacional e a qualidade de ensino.

  • Deixou um comentário em 24/07/2010 (há aproximadamente 1 mês) Comentario

    Acredito que o aumento do tempo de permanência da criança na escola seja algo positivo, no entanto não acho que este seja o momento ideal para levando-se em conta a atual situação da educação no nosso país.

    Pesquisas recentes já apontam um crescimento segnificativo no acesso e permanência da criança na escola, mas a qualidade ainda deixa a desejar. Portanto, entendo que antes de embarcamos na proposta de período integral temos que melhorar a qualidade da escola, de forma que esta tenha uma função mais abrangente.

    No meu entendimento mudanças no currículo, maior incentivo da participação dos pais na escola, melhoria das condições de trabalho e melhores salirios para os professores sejam assuntos de maior relevância no momento.

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