Membro há 3 anos
Homem, 31 anos em Vila Mariana, São Paulo, SP
Administrador Público, Gerente de Informações do Cepam, mestrando em Políticas Públicas - @kadouaki
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Comentou, sobre a proposta “Promover a inclusão digital de pessoas com deficiência visual.” de Mara Gabrilli:
Em termos práticos:
Não há dúvidas da necessidade de inclusão digital da pessoa com deficiencia visual. Entretanto, há alguma tempo, fiz uma pesquisa de como deixar apenas um documento de um site acessível e fiquei com várias dúvidas; tive dificuldade em achar informação.
Pelo que descobri, há o padrão Daisy, referência mundial para acessibilidade de sites, que tem a Fundação Dorina Nowill como representante brasileira da comissão que editou o padrão. Fiz o download do documento e achei bastante complexo...
A Fundação faz a conversão de documentos para o padrão e até mesmo tem um serviço de "documento falado", que é um tipo de sistema em que a pessoa com deficiência visual pode "navegar" pelo livro, pular os capítulos, fazer anotações, marcar onde parou, etc. Tudo é narrado.
Há alternativas mais simples: o Adobe Reader ou outros softwares gratuitos como o DDR têm um robo que lê o que está escrito na tela. Entretanto, há uma série de regras (fáceis) para quem escreve o documento que será narrado: É necessário tomar cuidado com caracteres especiais (@, ;, *, R$, parenteses, etc.), números (por exemplo, o telefone 3811-0300 é lido como trinta e oito milhões, centro e dez mil e trezentos), endereços de site (por exemplo, o link http://www.cidadedemocratica.org.br/topico/198-promover-a-inclusao-digital-de-pessoas-com-deficiencia-visual se transforma em algo impossível de se descrever), dentre outras adaptações....
Há ainda a questão da possibilidade de se aumetar o tamanho da fonte, da cor utilizada tanto na fonte como no fundo da tela, na presença de figuras, etc., que faciitam a narração do texto para os com visão reduzida.
Como regra que eu adotei, nada melhor que rodar o software, ouvir o que está escrito, e identificar a necessidade de correções...
Imagino que a solução não seja complexa, mas tive dificuldade de encontrar informação de como executá-la....
Um outro ponto crítico: As principais ferramentas da web 2.0 (Orkut, Facebook, Twitter, Blogs, etc.) não são muito acessíveis e não funcionam direito com os softwares de leitura...
Apoiou a proposta “Promover a inclusão digital de pessoas com deficiência visual.” de Mara Gabrilli
Comentou, sobre a proposta “Banda larga pública: o que fazer com a conexão?” de Laboratório Brasileiro de Cultura Digital :
As diretrizes para o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) serão divulgadas nessa semana http://bit.ly/e8D2E5 . Vamos acompanhar a forma como o PNBL será feito!
Por enquanto, por tras de um objetivo muito pertinente, não há ações e planos concretos: Como a banda larga vai para o interior do país? Como utilizar a infra de órgãos públicos? Como ligar o cabeamento (backbone) às residências? Qual o papel da agencia reguladora (Anatel)? Qual o papel da Telebrás? Por que transferir funcionários da Anatel para (re)criar a Telebrás? É pertinente obrigar órgãos públicos a utilizar os serviços da Telebrás? Qual o impacto da criação da Telebrás para o mercado privado? Como fortalecer o mercado / garantir investimentos privados para a banda larga com um competidor público?
Vamos acompanhar....
Uma vez conectado: Obviamente, o governo deve ter políticas públicas para a chamada "cultura digital". A sociedade passa por transformações de comportamento, e o Estado deve adaptar-se. Governos devem não somente oferecer serviços eletronicos, mas, a partir de agora, deve também aprender a interagir com o cidadão através da Internet. Isso exige mudanças cultuais profundas nos órgãos públicos, considerando velocidade, linguagem, formalidade, dentre outros aspectos.
O desafio é grande.....
Seguindo a proposta “Banda larga pública: o que fazer com a conexão?” de Laboratório Brasileiro de Cultura Digital
Apoiou a proposta “Banda larga pública: o que fazer com a conexão?” de Laboratório Brasileiro de Cultura Digital
É uma plataforma de participação política, onde cidadãos e entidades podem se expressar, se comunicar e gerar mobilização para a construção de uma sociedade cada vez melhor.
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